Os cuidados são dobrados para que a segurança higiênico-sanitária do passageiro seja garantida. Assim é a rotina dos mototaxistas que tem no álcool 70% o aliado. A preocupação maior está no compartilhamento dos capacetes entre clientes. O que estimula rejeição ou mesmo preconceito diante da pandemia. Diante disso, a higienização constante da moto onde há maiores contatos eleva a sensação de segurança para os clientes. “A primeira coisa que a gente faz é pegar o álcool e coloca na mão do passageiro e higiene o capacete”, explica o mototaxista Manoel Filho.

Os mototaxistas, em grande parte, tem se esforçado para evitar contágio; pois sua segurança sanitária em seu veículo e me si também garante mais proteção aos usurários. Maria de Nazaré faz uso do serviço com frequência e sabe da conduta dos profissionais de transporte. Higiene é essencial na proteção. “É pra evitar a doença”, enfatiza Maria de Nazaré.

 

A higienização antes das pessoas se utilizarem do serviço de mototaxistas é uma comportamento de transparência; pois a pandemia além de impor tais hábitos, também tem afetado as finanças dos trabalhadores. Então, cuidados constantes também são sinônimos de manutenção no mercado e preferência dos clientes. Isso é importante para transferir uma sensação de segurança. “Muita gente fica insegura outras confiam”, refletiu Raimundo Guilherme.

Além dos obstáculos com o combustível em alta, benefícios limitados, procura reduzida de clientes, a pandemia trouxe a incertas quanto à saúde. Por isso, os cuidados devem ser mantidos. “Caíram um pouco às corridas, os ônibus [do terminal rodoviário] trazem poucos passageiros, vamos levando”, ponderou Manoel Filho.